Prof. Dr. Ozimo Gama

DrOzimoGama_CirurgiadoAparelhoDigestivo

Prof. Dr. Ozimo Gama

 

 Prof. Dr. Ozimo Gama está inscrito no Conselho Regional de Medicina do Estado do Maranhão pelo número 3892. Formou-se pela Universidade Federal do Maranhão em 2001.

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

 Após os 06 (seis) anos do curso médico regular continuou sua formação acadêmica no Serviço de Cirurgia Geral do Hospital Universitário Presidente Dutra, quando então REALIZOU mais  02 (dois) anos de Especialização (Residência Médica) em Cirurgia Geral e Videolaparoscopia, e na sequência, após aprovação em processo seletivo CURSOU mais 03 (três) anos de especialização no Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo e Transplante de Fígado no Hospital de Clinicas da Universidade Federal do Paraná, sendo este um dos serviços mais conceituados nesta especialidade, sob a orientação do Ilmo Prof Dr Júlio Cézar Uili Coelho, obtendo então o título de Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Proctologia. No mesmo Período realizou seu treinamento em Cirurgia Bariátrica e Metabólica com o Ilmo Prof Dr João Batista Marchessini, um dos pioneiros da utilização da videolaparoscopia no tratamento da obesidade mórbida e o pioneiro na América latina na utilização do Balão Intragástrico. Nesta ocasião também realizou treinamento em Endoscopia Gastrointestinal (gastroduodenal e Colonoscopia) no serviço do Prof. Dr. Flávio Heutaivano (Hospital Sugisawa). Atualmente é Membro Titular Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD) e do International Hepato-Pancreato Association (IHPBA) além de possuir Título de Especialista em Cirurgia Geral, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Coloproctologia.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Realizou PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU na UFPR no Programa de Transplante Hepático onde desenvolveu a seguinte pesquisa Opinião e conhecimento da população da cidade de Curitiba sobre doação e transplante de órgãos. No mesmo período desenvolveu pesquisa experimental para Dissertação de Mestrado pelo Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo e Transplante de Órgãos na mesma Universidade,  com ênfase em Cirurgia Hepatobiliar, intitulada ”Imunossupressão com tacrolimus favorece a regeneração hepática induzida por hepatectomia extensa em ratos”.  Um de seus mais recentes aprimoramentos foi o TÍTULO DE DOUTOR EM PRINCÍPIOS DA CIRURGIA  pela Faculdade Evangélica do Paraná (Pós graduação em Princípios da Cirurgia – linha de Pesquisa : Alterações Morfofuncionais da Cirurgia Bariátrica e da Obesidade), sob a ilustre orientação do Prof. Dr. Nicolau Czescko através da defesa de tese pioneira com o seguinte estudo experimental “Estudo comparativo entre a gastrectomia vertical e plicatura gástrica em ratos obesos”.

PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO PROF. DR OZIMO GAMA

7 Respostas

  1. Dr ozimo já consultei com VC no macieira sobre cirurgia bariátrica, mais estou cansada de esperar quanto VC faz uma cirurgia dessa instituto pró gastro

  2. Meu nome e Nubia Barbosa tenho 29 anos e a 7 anos atrás fui submetida a cirurgia de Fobi Capella. Contudo admito ter abandonado todos os acompanhamentos, e infelizmente voltei a engordar. Tenho muita vontade de voltar a ter outra oportunidade, contudo tenho muito receio. Hoje encontrei este Site e gostaria de saber como faço para qter mais esclarecimentos e acesso aos valores da cirurgia.
    Haveria como vocês me ajudarem?

  3. Gostaria de saber como é o procedimento para fazer RETOSSIGMÓIDOSCOPIA FLEXIVEL , fiz três vezes e a Médica que fez intervenção, disse me que estou pronta para fazer a REVERSÃO, gostaria de ver o vídeo da cirurgia, a ser realizada desde já os meus sinceros agradecimentos aos DOUTORES……

  4. conheço uma pessoa que operou do pancreas devido a uma pancreatite e esta em recuperaçao mais esta com excesso de liquido no abdomem mais precisamente 3 litros e meio e uma parte do figado murchou e os medicos so estao pedindo exame e ninguem opera.sente dores nas costas tambem .A cirurgia do pancreas faz 8 meses e ate agora nao se recuperou o q pode ser?

    1. A principal complicação da Pancreatite Aguda Grave é o desenvolvimento de infecção nas áreas de necrose pancreática. Ela ocorre em 10% a 50% dos pacientes com necrose pancreática, geralmente após 3 a 4 semanas do início do quadro clínico. Deve ser suspeitada nos pacientes com necrose pancreática que não apresentem melhora clínica após três semanas de tratamento. O diagnóstico é feito através de punção com agulha fina (PAF) guiado por TC. Há inúmeras abordagens descritas para o tratamento da necrose infectada, desde tratamento conservador com antibióticos, tratamento com colocação de drenos percutâneos, até cirurgia minimamente invasiva através de cirurgia endoscópica transgástrica e utilização de nefroscópio rígido. No entanto, o tratamento padrão ainda é a cirurgia aberta. Há controvérsias quanto ao momento ideal da intervenção e as técnicas operatórias empregadas.

      Estudos publicados nos anos 1990 mostraram que o adiamento da intervenção cirúrgica levou a quedas expressivas da mortalidade quando comparadas à cirurgia precoce (27% versus 65%), o que levou à recomendação que os pacientes com PAG sejam submetidos à cirurgia apenas após a 3ª/4ª semanas do início dos sintomas. Diversas técnicas foram descritas para o tratamento da necrose pancreática. Em todas, o objetivo é o controle do foco infeccioso através da remoção do tecido necrótico, preservação do tecido pancreático normal e drenagem do exsudato inflamatório e debris. Na necrossectomia com tamponamento e relapatomias programadas, é realizada ressecção do tecido necrótico, drenagem de exsudato e debris e relaparotomias a cada dois dias até que a cavidade seja considerada saneada e, finalmente, fechada com drenos na loja pancreática.

      Outra técnica utilizada é a necrossectomia com lavagem peritoneal. Após a necrossectomia, são colocados drenos calibrosos na loja pancreática que são utilizados para irrigação contínua.

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