Arquivos de Tag: Clínica Cirúrgica

Postoperative Delirium in Older Adults



Postoperative delirium is recognized as the most common surgical complication in older adults,occurring in 5% to 50% of older patients after an operation.With more than one-third of all inpatient operations in the United States being performed on patients 65 years or older,it is imperative that clinicians caring for surgical patients understand optimal delirium care. Delirium is a serious complication for older adults because an episode of delirium can initiate a cascade of deleterious clinical events, including other major postoperative complications, prolonged hospitalization, loss of functional independence, reduced cognitive function, and death. The annual cost of delirium in the United States is estimated to be $150 billion. Delirium is particularly compelling as a quality improvement target, because it is preventable in up to 40% of patients; therefore, it is an ideal candidate for preventive interventions targeted to improve the outcomes of older adults in the perioperative setting. Delirium diagnosis and treatment are essential components of optimal surgical care of older adults,yet the topic of delirium is under-represented in surgical teaching.

Postoperative Delirium in Older Adults

Surgical treatment of ACUTE PANCREATITIS


 Acute pancreatitis is more of a range of diseases than it is a single pathologic entity. Its clinical manifestations range from mild, perhaps even subclinical, symptoms to a life-threatening or life-ending process. The classification of acute pancreatitis and its forms are discussed in fuller detail by Sarr and colleagues elsewhere in this issue. For the purposes of this discussion, the focus is on the operative interventions for acute pancreatitis and its attendant disorders. The most important thing to consider when contemplating operative management for acute pancreatitis is that we do not operate as much for the acute inflammatory process as for the complications that may arise from inflammation of the pancreas. In brieSurgical treatment of acute pancreatitisf, the complications are related to: necrosis of the parenchyma, infection of the pancreas or surrounding tissue, failure of pancreatic juice to safely find its way to the lumen of the alimentary tract, erosion into vascular or other structures, and a persistent systemic inflammatory state. The operations may be divided into three major categories: those designed to ameliorate the emergent problems associated with the ongoing inflammatory state, those designed to ameliorate chronic sequelae of an inflammatory event, and those designed to prevent a subsequent episode of acute pancreatitis. This article provides a review of the above.


SURGICAL TREATMENT OF ACUTE PANCREATITIS

CENTRO CIRÚRGICO – O TEMPLO DO CIRURGIÃO.

BLOCO CIRÚRGICO: O TEMPLO DO CIRURGIÃO.

BLOCO CIRÚRGICO: O TEMPLO DO CIRURGIÃO.


Templo (do latim templum, “local sagrado”) é uma estrutura arquitetônica dedicada ao serviço religioso. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real. É o resumo do macrocosmo e também a imagem do microcosmo: ‘o corpo é o templo do Espírito Santo’ (I, Coríntios, 6, 19).

Dos locais especiais, O corpo humano (morada da alma), a Cavidade Peritoneal e o Bloco Cirúrgico, se bem analisados, são muito semelhantes e merecem atitudes e comportamentos respeitáveis. O Templo, em todos os credos, induz à meditação, absoluto silêncio tentando ouvir o Ser Supremo. A cavidade peritoneal, espaço imaculado da homeostase, quando injuriada, reage gritando em dor, implorando uma precoce e efetiva ação terapêutica.

O Bloco Cirúrgico, abrigo momentâneo do indivíduo solitário, que mudo e quase morto de medo, recorre à prece implorando a troca do acidente, da complicação, da recorrência, da seqüela, da mutilação, da iatrogenia e do risco de óbito pela agressiva intervenção que lhe restaure a saúde, patrimônio magno de todo ser vivo.

O Bloco Cirúrgico clama por respeito ao paciente cirúrgico, antes mesmo de ser tomado por local banal, misturando condutas vulgares, atitudes menores, desvio de comportamento e propósitos secundários. Trabalhar no Bloco Cirúrgico significa buscar a perfeição técnica, revivendo os ensinamentos de William Stewart Halsted , precursor da arte de operar, dissecando para facilitar, pinçando e ligando um vaso sangüíneo, removendo tecido macerado, evitando corpos estranhos e reduzindo espaço vazio, numa síntese feita com a ansiedade e vontade da primeira e a necessidade e experiência da última.

Mas, se a cirurgia e o cirurgião vêm sofrendo grande evolução, técnica a primeira e científica o segundo, desde o início do século, a imagem que todo doente faz persiste numa simbiose entre mitos e verdades. A cirurgia significa enfrentar ambiente desconhecido chamado “sala de cirurgia” onde a fobia ganha espaço rumo ao infinito. O medo prepondera em muitos.

A confiança é um reconhecimento e um troféu que o cirurgião recebe dos pacientes e seus familiares. Tanto a CONFIANÇA quanto a SEGURANÇA  têm que ser preservadas a qualquer custo. Não podem correr o risco de serem corroídas por palavras e atitudes de qualquer membro da equipe cirúrgica. Não foi tarefa fácil transformar, para a população, o ato cirúrgico numa atividade científica, indispensável, útil e por demais segura. Da conquista da cirurgia, como excelente arma terapêutica para a manutenção de um alto padrão de qualidade técnica, resta a responsabilidade dos cirurgiões, os herdeiros do suor e sangue, que se iniciou com o trabalho desenvolvido por Billroth, Lister, Halsted, Moyniham, Kocher e uma legião de figuras humanas dignas do maior respeito, admiração e gratidão universal.

No ato operatório os pacientes SÃO TODOS SEMELHANTES EM SUAS DIFERENÇAS, desde a afecção, ao prognóstico, ao caráter da cirurgia e especialmente sua relação com o ato operatório.  Logo o cirurgião entra no bloco cirúrgico com esperança e não deve sair com dúvida. Nosso trabalho é de equipe,  cada um contribui com uma parcela, maior ou menor, para a concretização do todo, do ato cirúrgico por completo, com muita dedicação e sabedoria.  Toda tarefa, da limpeza do chão ao ato de operar, num crescendo, se faz em função de cada um e em benefício da maioria, o mais perfeito possível e de uma só vez, quase sempre sem oportunidade de repetição e previsão de término.

O trabalho do CIRURGIÃO é feito com carinho, muita dignidade, humildade e executado em função da alegria do resultado obtido aliado a dimensão ética do dever cumprido que transcende a sua existência. A vida do cirurgião se materializa no ato operatório e o bloco cirúrgico, palco do nosso trabalho não tolera e jamais permite atitudes menores, inferiores, ambas prejudiciais a todos os pacientes e a cada cirurgião. Como ambiente de trabalho de uma equipe diversificada, precisa manter, a todo custo, o controle de qualidade, por lidar com o que há de mais precioso na Terra: o ser humano.

7 MOST QUESTIONS ABOUT THE SURGEON PROFESSION

Reassuring Worried MotherWhat is a Surgical Profession?

The professions are the means by which the complex services needed by society are organized. A profession has been defined by the American College of Surgeons as: an occupation whose core element is work that is based upon the mastery of a complex body of knowledge and skills. It is a vocation in which knowledge of some department of science or learning, or the practice of an art founded upon it, is used in the service of others. Its members are governed by codes of ethics and profess a commitment to competence, integrity and morality, altruism and to the promotion of the public good within their domain. These commitments form the basis of a social contract between a profession and society, which, in turn, grants the profession a monopoly over the use of its knowledge base, the right to considerable autonomy in practice and the privilege of self-regulation. Professions and their members are accountable to those served and to society.

1. What are the core elements of a profession? All professions are characterized by four core elements: (1) a monopoly over the use of specialized knowledge; (2) in return for that monopoly that we enjoy, relative autonomy in practice and the responsibility of self-regulation; (3) altruistic service to individuals and society; and (4) responsibility for maintaining and expanding professional knowledge and skills.

3.What is professionalism? Professionalism describes the cognitive, moral, and collegial attributes of a professional. Ultimately, it is all the reasons that your mother is proud to say that you are a doctor and a surgeon.

4. Why do physicians need a code of professional conduct? Trust is integral to the practice of surgery. The Code of Professional Conduct clarifies the relationship between the surgical profession and the society it serves. This is often referred to as a social contract. For patients the code of professional conduct crystallizes the commitment of the surgical community toward individual patients and their communities. Trust is built brick by brick.

5. What is the Code of Professional Conduct ? The Code of Professional Conduct takes the general principles of professionalism and applies them to surgical practice. The code is the foundation on which we earn our professional privileges and the trust of patients and the public. It is our job description. During the continuum of the preoperative, intraoperative, and postoperative care surgeons have the responsibility to:

5.1 Serve as effective advocates for our patients’ needs.

5.2 Disclose therapeutic options including their risks and benefits.

5.3 Disclose and resolve any conflict of interest that might influence the decisions of care.

5.4 Be sensitive and respectful of patients, understanding their vulnerability during the perioperative period.

5.5 Fully disclose adverse events and medical errors.

5.6 Acknowledge patients’ psychological, social, cultural and spiritual needs.

5.7 Encompass within our surgical care the special needs of terminally ill patients.

5.8 Acknowledge and support the needs of patients’ families and

5.9 Respect the knowledge, dignity, and perspective of other healthcare professionals.

6. Why do surgeons need their own code of professionalism? A surgical procedure is an extreme experience. We impact our patients physiologically, psychologically, and socially. When patients submit themselves to a surgical experience, they must trust that the surgeon will put their welfare above all other considerations. The written code helps to reinforce these values.

7. What are the fundamental principles of the Code of Professional Conduct and the codes of other professional societies?

7.1 The primacy of patient welfare.

This means that the patient’s interests always come first. Altruism is central to this concept, and it is the surgeon’s altruism that fosters trust in the physician-patient relationship. 

7.2 Patient autonomy.

Patients must understand and make their own informed decisions about their treatment. This is tricky. As physicians we must be honest with our patients so that they make educated decisions. At the same time, we must make sure that their decisions are consistent with ethical practices and do not lead to demands for inappropriate care. 

7.3 Social justice.

As physicians we must advocate for our individual patients while at the same time promoting the health of the healthcare system as a whole. We must balance our patient’s needs (autonomy) and not misdirect scarce resources that benefit society (social justice).

Necessidades calórico-proteicas no perioperatório

NUTRIÇÃO PARENTERAL


A melhor forma de se conhecer as necessidades energéticas é através de sua medida por calorimetria indireta, cada vez mais disponível em nosso ambiente hospitalar. Quando não se dispõe de calorimetria indireta, é possível estimar o gasto energético por meio de fórmulas estimativas que levam em conta, entre outros fatores, o peso e altura corpóreos, idade e sexo. Das diferentes fórmulas disponíveis, a equação de Harris-Benedict tem sido muito usada. Para homens a formula é 66,5 + (13.8 x peso [kg])+(5,0 x altura [cm]) – (6,8 x idade [anos]). Para mulheres a formula é diferente: 655 + (9,6   x peso [kg]) + (1,7 x altura [cm]) – (4,7 x idade [anos]). A regra de bolso (30-35 kcal/kg/dia) é mais prática e também é muito utilizada. No período pré-operatório a oferta de proteína deve ser em torno de 1,0-1,5 g/Kg/dia e, após trauma ou intervenção cirúrgica aumenta, podendo chegar até 2,0 g/Kg/dia. Em pacientes com SIRS moderado, a oferta calórica deve ser menor (25-30 kcal/kg/dia). Pacientes em estresse importante (SIRS grave, sepse) devem receber 20-25 kal/kg/dia e 1,5 a 2,0 g de proteínas/kg/dia. Deve-se evitar em pacientes gravemente desnutridos aporte rápido de calorias e proteínas (síndrome da realimentação). Nesses pacientes a oferta deve ser cautelosa com controle diário de fósforo,magnésio e potássio.

Esophagectomy: Anastomotic Complications (Leakage and Stricture)

Esophagectomy can be used to treat several esophageal diseases; it is most commonly used for treatment of esophageal cancer. Esophagectomy is a major procedure that may result in various complications. This article reviews only the important complications resulting from esophageal resection, which are anastomotic complications after esophageal reconstruction (leakage and stricture), delayed emptying or dumping syndrome, reflux, and chylothorax.

ESOPHAGECTOMY – ANASTOMOTIC COMPLICATIONS

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